quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

VÍDEO: Finalmente os ciclistas têm acesso ao litoral paulista

Fonte: ESPN - Renata Falzoni

Após anos de lutas, uma das principais as reinvidicações dos ciclistas paulistas foi atendida, chegar ao litoral de bike. O caminho atravessa a Serra do Mar permitindo acesso não motorizado até o litoral. A Ciclovia foi batizada como Márcia Prado em homanagem à cicloativista que morreu atropelada no ano passado na avenida Paulista.

Veja o vídeo:
http://espnbrasil.terra.com.br/expn/noticia/93964_VIDEO+FINALMENTE+OS+CICLISTAS+TEM+ACESSO+AO+LITORAL+PAULISTA

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Rota CicloTurística Marcia Prado.



Neste sábado estivemos participando do evento teste da Rota CicloTurística Marcia Prado. Junto com outros 850 ciclistas saimos do Bairro do Grajaú em SP e seguimos até Santos, passando por São Bernardo do Campo e Cubatão e descendo a serra pela do estrada de manutenção da Imigrantes.


No link abaixo mais fotos que mostram a beleza dos locais por onde passamos.

http://www.flickr.com/photos/45812429@N06/sets/72157622919012639/

Parabéns ao pessoal do CicloBr. Aguardamos e torcemos pela abertura definitiva da rota.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Vídeo enviado pelo professor Enzo Amato, onde se analisa as qualidades físicas aplicadas ao nado de Michael Phelps.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Ironman, por Oscar Galindez

Por Oscar Galindez - 17/11/2003 - Equipe Ironman Brasil Telecom

Estou olhando para um quadro com a minha foto da chegada do Ironman do Havaí de 2002. Passaram-se 17 anos para ser flagrado nesta foto.Todos esses anos tive um tremendo respeito pelo Ironman do Havaí, a minha fonte de inspiração.Foi por culpa dele que me apaixonei por esse esporte de malucos, segundo dizem os espectadores.“El deporte y el hombre” era o nome do programa onde eu vi pela primeira vez imagens do Ironman do Havaí. Era o ano 1986 eu tinha 16 anos, ainda jogava basquete e já sabia quem era Mark Allen, Dave Scott, Scott Tinley e Scott Molina.25 anos e mais de 50.000 triatletas do mundo inteiro sonhando com a vaga, a ilusão de estar misturado entre mais de 1700 participantes.O Ironman do Havaí foi o começo do triatlo no mundo, e continua sendo a demonstração do verdadeiro triatlo, a essência, o ápice, a NBA do triatlo.A gloria e só daqueles que sobem ao pódio?17 horas separam a largada do encerramento do tempo oficial para completar o desafio. A mística ilha e a paisagem hostil, se preparam para receber os sonhos e ilusões de mais de 1700 almas.O ambiente é tenso, a mente repassa em flash o percurso. As dúvidas ficaram despejadas.Sobre o oceano pacífico se refletem rostos tensos, concentrados, os olhos fixos no mar cristalino.O duelo esta por começar.Por fim se escuta o disparo, os corpos se misturam com os peixes que habitam o mar, como eles, continuamos nadando em cardume. Rodamoinhos de braços procurando um lugar, os batimentos aumentam, a voz do cérebro ordena:Você consegue!!Uma esquadra vá desenhando a esteira, viramos no barco, mais um pouco e daremos fim a parte menos dolorida. A torcida toma conta do cansaço, ressuscitam as forças, a paisagem hostil torna-se multicolor com a caravana de corpos e maquinas fusionados para ganhar do forte vento.Os quadríceps se incham, os joelhos e costas gritam de dor, mas como em batida de pistões, continuamos impondo o ritmo. Já falta menos, as ilusões renascem, se aliviam os rostos que esperavam ansiosos.Milhares de palmas repartem garras e corações.Com as pernas extenuadas e a marca do sol nas costas, o cérebro insiste: Você consegue!! Como gladiadores saímos para enfrentar os últimos 42 leões que esperam famintos para arrancar com suas garras afiadas, as ilusões dos que ainda continuam lutando por um lugar no paraíso.Vamos lá !! falta menos que antes, minto para mim, passos que sinto nas minhas costas perseguem os mesmos sonhos.Por um instante meu corpo e mente se separam, como querendo fugir de tanta dor, eu continuo me movimentando como embriagado, o desespero toma conta da minha integridade, de repente a minha mente e corpo voltam a se encontrar.O único que me interessa e chegar para ser flagrado pela mesma câmera que tirou a foto que estou olhando no quadro...E isso ai, o Ironman é uma poesia, a poesia que me faz viver, esforçar, sonhar, persistir, me dedicar, para que ? Pergunto-me.Para ter um lugar no paraíso.Parabéns Ironman!!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Novo Blog HelpProfessor

Visitem o novo blog http://www.helpprofessor.blogspot.com/ cujo objetivo é prestar suporte aos praticantes de atividade física de qualquer esporte. Lá você terá a oportunidade de discutir temas através do fórum, esclarecer dúvidas e fazer perguntas. Administrado pelo Professor Claudio Bolanho, diretamente de Portugal.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Troféu Brasil de Triathlon conhece seus vencedores em 2009

Fonte: MundoTRI Triathlon - Data 06-12-2009



O melhor do triatlo brasileiro esteve reunido neste domingo, dia 6, na praia do Gonzaga, em Santos (SP). Nem o forte sol, o mar bastante agitado e a temperatura de 30 graus desanimaram os 1.012 triatletas que participaram da sexta e última etapa do Troféu Brasil de Triathlon, a mais tradicional e importante disputa do gênero na América. Líderes do Profissional, Fábio Carvalho e Vanessa Gianinni garantiram a vice-colocação neste domingo, mas, na soma de pontos, conquistaram o Troféu Brasil de Triathlon 2009.

No masculino, o santista Paulo Miyashiro liderou e venceu a disputa em 1h51min49seg. “Estava muito tranquiilo durante a competição. Liderei as transições e fiz uma corrida forte. Estou muito satisfeito, pois venci, ao menos, uma etapa do Troféu e ainda fui vice-campeão de 2009″, revelou o atleta da equipe Unimes/Avora Cosméticos.


Já Fábio Carvalho (Mizuno/Powerbar) sofreu para garantir a vice-colocação deste domingo e o tricampeonato do ano com o tempo de 1h54min21seg. Grande campeão de 2009, Fabinho teve um pequeno acidente na bike que lhe rendeu, além de uma queda e escoriações nas costas, uma diminuição no ritmo de prova. “Confesso que nadei mal, mas o que realmente me atrapalhou foi a queda da bike logo no início do percurso. Mesmo assim entreguei a bike em terceiro lugar e fiz uma corrida relativamente boa. Apesar do arranhão estou feliz pelo tricampeonato e pelo meu rendimento deste ano”, completou o triatleta.


No feminino, a estreante Flávia Fernandes (E.C.Pinheiros), de 28 anos, liderou e garantiu sua primeira vitória no Profissional com o tempo de 2h08min25seg. “Tenho bons resultados no Amador, por isso tive coragem de enfrentar o Profissional. Foquei meus treinos para essa prova e consegui vencer”, comemorou a goiana radicada em São Paulo.
Apesar da vitória de Flávia, quem levou o campeonato no feminino do Troféu Brasil de Triathlon 2009 foi a campineira Vanessa Gianinni (Speedo/Pragma/RM Consultoria). Assim como a triatleta goiana, Vanessa estreou na competição em 2003, quando iniciou no Profissional. “Estou muito emocionada por vencer, pela primeira vez, o maior circuito brasileiro de triatlo e escrever meu nome ao lado de atletas maravilhosas como Fernanda Keller, Carla Moreno e Ana Boccanera. Quero dedicar essa primeira e de muitas vitorias à minha amiga e companheira de treinos Ana Lídia”, lembrou Vanessa sobre a companheira de equipe que sofreu um atropelamento enquanto treinava na última quinta-feira, em Campinas, e que permanece internada com fraturas na bacia.

Troféu Brasil de Triathlon 20 anos – Para Núbio de Almeida, diretor da NA Sports, empresa idealizadora e organizadora do Troféu Brasil de Triathlon, a disputa de 2009 foi um sucesso. “Foi um ano fantástico. Apesar da crise, tivemos um crescimento no número de atletas, reforçando o potencial e a força do triatlo no país. Em 2010 a disputa completa 20 anos e estou confiante que teremos um desenvolvimento ainda maior não só no número de participantes, mas no de adeptos à modalidade”, revelou. A primeira etapa do 20º Troféu Brasil de Triathlon já tem data marcada: 28 de fevereiro, em Santos.


O ranking da categoria Profissional, após seis provas e com o descarte, é o seguinte: Masculino – 1) Fábio Carvalho (SP), 716,5 pontos; 2) Paulo Henrique Miyashiro (SP), 683,5; 3) Igor Amorelli (SC), 619; 4) Fred Monteiro (SP), 577; 5) Anderson Ricardo Ferreira (SP), 533,5; Feminino – 1) Vanessa Gianinni (SP), 698,5; 2) Fernanda Garcia (SP), 614,5; 3) Carolina de Lima (SP), 601; 4) Verônica Mello (SP), 573,5; 5) Alessandra de Carvalho (SP), 545,5.


Os cinco primeiros da sexta etapa no Profissional foram os seguintes:
Masculino

1º) Paulo Miyashiro

2º) Fábio Carvalho

3º) Igor Amorelli

4º) Fred Monteiro

5º) Anderson Ferreira


Feminino

1º) Flávia Fernandes

2º) Vanessa Gianinni

3º) Carolina de Lima

4º) Ariane da Silveira

5º) Verônica Mello


Campeões do Troféu Brasil de Triathlon
1991 – Armando Barcellos e Fernanda Keller

1992 Marcus Ornellas e Fernanda Keller

1993 – Leandro Macedo e Fernanda Keller

1994 Alexandre Manzan e Fernanda Keller

1995 – Armando Barcellos e Fernanda Keller

1996 Marcus Ornellas e Fernanda Keller

1997 – Oscar Galindez e Adriana Piacek

1998 Oscar Galindez e Carla Moreno

1999 – Oscar Galindez e Carla Moreno

2000 Oscar Galindez e Adriana Piacek

2001 – Oscar Galindez e Carla Moreno

2002 Oscar Galindez e Carla Moreno

2003 – Oscar Galindez e Gisele Bertucci

2004 Santiago Ascenço e Ana Boccanera

2005 – Juraci Moreira e Ana Boccanera

2006 Santiago Ascenço e Carla Moreno

2007 – Fábio Carvalho e Carla Moreno

2008 Fábio Carvalho e Carla Moreno

2009 – Fábio Carvalho e Vanessa Gianinni


O 19º Troféu Brasil de Triathlon tem organização da NA Sports. O patrocínio é de Fit, com co-patrocínio de Gatorade, Speedo, Santa Constância e Vista Porto Seguro. O apoio é da Prefeitura de Santos, SENAC, ADR3, Medical Line, Vista Porto Seguro, MKTE, Revista Trisport, com colaboração de SRCVB, Ativo.com, Webrun, SEMES, Polícia Militar, 17º GB e UNIMES.



>>> Outros Resultados não menos importantes:

Na categoria Feminino 25 a 29 anos, a atleta Ana Carolina Merlino, treinada por Fabio Brito de São Caetano do Sul ficou em terceiro lugar no campeonato com 532,00 pontos.

Outro Atleta, também orientado por Fabio Brito, Clodoaldo Jose de Oliveira, terminou na décima quinta colocação na categoria Masculino 30 a 34 com o tempo de 01:09:58.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Alexandre Ribeiro é tetracampeão do Ultraman

Fonte: http://www.oglobo.com.br/

Foto de Alexandre Ribeiro com a galera do IronMania

Com o tempo total de 22h10m12s, o triatleta brasileiro Alexandre Ribeiro, de 44 anos, conquistou ontem o seu quarto título no Campeonato Mundial de Ultraman, em Big Island, no Havaí. Foram três duros dias de prova e um total de 515km percorridos de natação, ciclismo e corrida. Esta foi a quinta participação do brasileiro no Ultraman, desafio que já havia vencido em 2003, 2005 e 2008, e chegado em segundo em 2007. Em segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, o esloveno Miro Kregar (22h39m14s) e o tcheco Peter Kotland (23h04m56s).

A 25a edição do Mundial de Ultraman começou na última sexta e terminou ontem, por volta das 21h (de Brasília). A prova acontece todos os anos sempre no feriado de Ação de Graças (Thanksgiving) e compreende 10km de natação (no primeiro dia), 421km de ciclismo (sendo 145km no primeiro dia e 276km no segundo) e 84km de corrida, o que equivalente a uma dupla maratona (no terceiro e último dia).
Muito feliz e emocionado, Ribeiro dedicou a vitória aos três filhos: Kaillani, de 12 anos, Kaipo, de 7, e Maila, de 4, todos batizados com nomes havaianos. Esta vitória foi ainda mais especial para o atleta, que levou este ano os dois filhos mais velhos para fazerem parte do seu staff na prova. Ribeiro também agradeceu ao amigo José Carlos Ponciano, que ao lado de Kaillani e Kaipo completou sua equipe de apoio na prova. O trio foi responsável pela hidratação, alimentação e incentivo durante os três longos dias de prova.
“Este ano foram muitas surpresas. As condições climáticas ajudaram e fizemos uma natação maravilhosa no primeiro dia, conseguindo baixar os tempos na etapa. Isso nos estimulou para as fases seguintes, mas como o que é bom dura pouco, pedalamos boa parte do ciclismo do primeiro dia com vento contra na cara. No segundo dia, tive um ótimo desempenho nos 276km restantes de bike e assumi a liderança. Mas no terceiro e último, além de correr novamente com Kregar (o que também aconteceu em 2008) na minha cola por quase 70km , passei muito mal na ultramaratona”, contou Ribeiro após cruzar a linha de chegada, fazendo uma rápida análise desta edição.

O dia a dia da prova

1o dia de prova (sexta, 27/11): 10km de natação, seguidos de 145km de ciclismo

As condições do mar favoreceram os atletas na primeira etapa do desafio, disputada na sexta. A ausência de correntezas fortes, como no ano passado, possibilitou tempos melhores nos 10km de natação. Alexandre Ribeiro foi o nono a sair da água, com o tempo de 2h53m42s. O primeiro a completar o percurso foi o americano Richard Roll, com 2h21m56s. Após a natação, os competidores tinham pela frente, ainda neste primeiro dia, 145km de bike. Forte no pedal, o brasileiro completou o ciclismo em 5h14m56s, melhor tempo da etapa. E com isso, se recuperou e já fechou o primeiro dia de prova em terceiro na classificação geral, com um total de 8h08m38s, cerca de 11 minutos atrás do primeiro colocado, Richard Roll, e apenas um minuto e meio atrás do segundo, o australiano Mike Le Roux.
Segundo Ribeiro, a maior dificuldade do primeiro dia foram os fortes ventos frontais e com rajadas laterais, que surpreenderam os atletas da metade do percurso de ciclismo em diante e exigiram ainda mais força nas pernas e cuidados redobrados para evitar possíveis quedas.
2o dia de prova: 276km de ciclismo

No segundo dia de prova, os 37 competidores tiveram que enfrentar mais 276km de ciclismo, boa parte deles de subida íngreme em montanha rumo ao famoso Parque Nacional dos Vulcões. Com uma hora e meia de prova, Ribeiro se desgarrou do grupo que até então vinha pedalando junto – formado pelo australiano Mike Le Roux, o tcheco Peter Kotland e o esloveno Miro Kregar - e assumiu a ponta abrindo boa vantagem e pedalando sozinho até o final.

O brasileiro terminou o sábado com a melhor marca da bike (7h30m35s), assumindo assim a liderança da prova com o tempo total de 15h39m13s. Em segundo e terceiro, estavam, respectivamente, o australiano Mike Le Roux (16h02m57s) e o tcheco Peter Kotland (16h17m07s).

3o dia de prova: 84km de corrida

A liderança alcançada no dia anterior e o fato de a corrida ser o seu ponto mais forte no triathlon fizeram com que o brasileiro largasse leve e confiante para a última etapa do ultradesafio: a dupla maratona. Assim como em 2008, ele e o esloveno Kregar correram lado a lado por quase 70km, mas neste ponto o brasileiro sentiu o peso do terceiro dia de esforço supremo, passou mal, vomitou muito e o esloveno assumiu a ponta.

O esloveno completou os 84km de corrida em 6he 20m, e Ribeiro cruzou em segundo, dez minutos depois, cravando 6h30m. Apesar de ter feito o segundo melhor tempo da ultramaratona, Ribeiro, contabilizando os tempos das etapas anteriores, garantiu o título de mais uma edição do Mundial de Ultraman.
Sobre o Ultraman brasileiro

Paranaense radicado no Rio de Janeiro, 44 anos de idade e 26 de carreira, Alexandre Ribeiro é apaixonado desde sempre por provas longas e de endurance. O atleta tem mais de 30 ‘ironmans’ no currículo, sendo 13 mundiais só no Havaí. Nos últimos quatro meses, ele vinha treinando forte e exclusivamente para esta edição do Mundial de Ultraman. Por dia, eram cerca de oito horas de treinos e, por semana, ele chegava a cumprir um total de 30km de natação, 600km de ciclismo e 200km de corrida. Ribeiro considera Big Island, no Havaí, sua segunda casa devido à quantidade de vezes que já esteve lá treinando ou competindo. A estreia foi em 1984, quando, aos 18 anos, começou sua corrida atrás de pódios e recordes. Naquele mesmo ano, ele já foi o atleta mais jovem inscrito no Campeonato Mundial de Ironman, que compreende 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42km de corrida.

Sobre a competição

Para quem se espanta com as distâncias e tempos de uma prova de Ironman, vale lembrar que a distância de um Ultraman é mais do que o dobro da de um Ironman. Considerado o maior triathlon do planeta, o Mundial de Ultraman no Havaí envolve 10km de natação, 421km de ciclismo e 84km de corrida, disputados ao longo de três dias. Além das distâncias, os competidores enfrentam grandes oscilações de temperatura, que podem chegar a 42 graus, ventos de até 40km/hora, chuva e umidade alta (em torno de 80%), condições que contribuem para aumentar ainda mais o grau de dificuldade da prova.

A competição é realizada em uma variação de altitude que vai do nível do mar a até dois mil metros. Cada etapa da prova deve ser concluída em, no máximo, 12 horas. Os competidores que não conseguirem cumprir o percurso do dia nesse período de tempo são automaticamente desclassificados.

Para participar da extenuante competição, os candidatos a competir na prova têm de ter seus nomes aprovados pela organização e, para tanto, têm que apresentar um currículo daqueles, provando serem capazes de se submeter ao desafio. Daí o número tão reduzido de competidores. É, sem dúvida, uma oportunidade para poucos. Outra curiosidade que vale ser ressaltada é que o Mundial de Ultraman não distribui qualquer premiação em dinheiro, apenas o título e um troféu. Mas para atletas como Alexandre Ribeiro, viciados em aventura e adrenalina, não há nada mais gratificante do que testar os limites do próprio corpo ano após ano e cruzar mais uma linha de chegada.

Outras informações no site oficial da prova: http://www.ultramanlive.com/