domingo, 31 de agosto de 2008

Valmir Nunes vence a altramaratona Green Lakes

BODY & CIA - Assessoria Esportiva

 
Brasileiro é o campeão da ultramaratona em Nova York e quebra o recorde da prova

 
Depois de quebrar o recorde Bad Water, considerada a prova mais difícil do mundo, Valmir Nunes conquistou outra façanha no último domingo, 24 de agosto: venceu a Green Lakes Endurance Runs, em Nova York, prova de 100 km em trilhas.

O brasileiro ainda quebrou o recorde da competição (10h14min), completando o percurso em 8h22min, mesmo considerando a prova extremamente difícil. "A melhor recompensa pra mim foi a sensação de superação por ter terminado uma corrida dura como esta sem nenhuma dor. Estou confiante para ir atrás de meu objetivo que é a Spartathlon, na Grécia daqui a quatro semanas", disse o ultramaratonista que é o atual campeão da prova grega.

Além do calor excessivo, entre 36°C a 40°C, o corredor disse ter enfrentado uma sensação de abandono durante o percurso, com a presença de postos de água apenas a cada 6,2 km.
Boa semana de treinos a todos!
 
Abraços Prof. Claudio Bolanho
 


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terça-feira, 26 de agosto de 2008

UOL - Notícias por e-mail

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http://olimpiadas.uol.com.br/2008/modalidades-olimpicas/triatlo/balanco-da-modalidade.jhtm

Juraci melhora posição, mas brasileiros ficam longe dos líderes

NILSON

E VOCÊ ACHA QUE CORRE MUITO QUANDO FAZ UMA MARATONA?

FONTE : UOL / BBC

26/08/2008 - 10h04
Britânica de 61 anos completa volta ao mundo correndo

Uma britânica de 61 anos foi recebida com festa no País de Gales após dar a volta ao mundo correndo. Depois de passar quatro anos e meio na estrada, Rosie Swale-Pope chegou a Tenby, sua cidade natal, de muletas, devido a fraturas na perna. "Foi uma aventura que começou após um episódio triste e se transformou em alegria", disse ela.

Rosie espera entrar para o livro dos recordes como a primeira pessoa a dar a volta ao mundo duas vezes, uma velejando e uma correndo
Rosie decidiu iniciar uma volta ao mundo em outubro de 2003 depois que seu marido morreu de câncer de próstata. Seu objetivo era divulgar e levantar dinheiro para organizações beneficentes dedicadas a pessoas que sofrem da doença.Ela retornou à Grã-Bretanha no dia 19 de junho e continuou correndo até chegar em casa. O fim do percurso foi ameaçado por causa das fraturas, mas ela conta que o problema serviu para dar "mais emoção". O filho de Rosie disse estar muito orgulhoso da mãe. "Eu estou muito feliz porque deu tudo certo. É um grande alívio que ela tenha completado a volta e chegado em casa com segurança. Estava muito preocupado que algo desse errado", disse James, de 37 anos.Propostas de casamentoA britânica percorreu um trajeto de 32 mil quilômetros em 12 países tendo enfrentado temperaturas de até 60ºC negativos, pneumonia dupla e fortes dores quando quebrou uma costela. Ela contou ter recebido 29 propostas de casamento e sido perseguida por lobos e por um homem nu que carregava uma machadinha. Depois de dar largada à aventura na Grã-Bretanha, Rosie passou pela Holanda, Bélgica e Polônia antes de chegar à Rússia, onde percorreu correndo o caminho por onde passa a ferrovia Transiberiana. Em seguida atravessou o Estreito de Bering, alcançando o Alasca, de onde seguiu para os Estados Unidos, Canadá e Groelândia.Na reta final, ela atravessou a Islândia e a Irlanda, até desembarcar na Escócia. Nos anos 70, a britânica havia ficado famosa ao dar a volta ao mundo num barco a vela. Ela espera entrar para o Guinness, o livro dos recordes, como a primeira pessoa a dar duas vezes a volta ao mundo velejando e correndo.

SEXO E CORRIDA. GARANTIA DE FELICIDADE!

Corrida espalha hormônios de bem-estar pelo seu corpo As substâncias liberadas são as mesmas da relação sexual e trazem o alívio das tensões
Sexo e corrida é a combinação perfeita para o bem-estar no dia-a-dia. Ambos liberam endorfina e têm uma relação direta com o estado de humor da pessoa. O diagnóstico é do médico Alfonso Massaguer, ginecologista e obstetra do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e especialista em reprodução humana pelo Instituto Universitário Dexeus de Barcelona.

Quem faz sexo pode ter um desempenho melhor na corrida, assim como quem corre pode melhorar a atividade sexual. Os dois caminhos farão bem para a alma e é isso que importa , diz Massaguer.
Ele explica que a endorfina, estimulada pela corrida, é responsável pela sensação de bem-estar. Sentindo-se bem e mais saudável, o indivíduo melhora a auto-estima, o que gera o aumento da libido. Ou seja, após fazer sexo, o treino tende a ser muito bom e o corredor estará mais relaxado. A recíproca também é verdadeira, explica Ronaldo Pamplona da Costa, médico psiquiatra e psicoterapeuta sexólogo. O exercício movimenta o corpo e gera bem-estar. Com o corpo mais transado e mais energizado, o desejo sexual aumenta .O sexo melhora o humor, e o desempenho sexual alivia a tensão. O indivíduo fica mais feliz , explica a psicóloga esportiva do Hospital do Coração de São Paulo (HCor) Roberta Lobato. A especialista ressalta que a auto-estima elevada ajuda, também, na diminuição da vergonha. O corpo fica mais bonito, a pessoa sente-se melhor e, conseqüentemente, mais solta na cama . A receita mágica vale para aquelas pessoas mais tímidas, que têm vergonha do parceiro ou da parceira. Isso acontece, em geral, com as mulheres. Quando elas começam a correr e ficam com um corpo legal, ficam mais desinibidas , diz a psicóloga Roberta.Foi o caso da enfermeira Adriana Romão, 36, mãe de dois filhos e casada há 11 anos, que sentiu a volta do prazer sexual após freqüentar os treinos de corrida. Não é que eu não gostava de fazer sexo. Mas era uma sensação muito maior de obrigação do que de desejo sexual , revela.A corrida veio por incentivo de uma amiga mais velha que começou a fazer atividade física para aliviar os sintomas da menopausa. Em poucos meses, consegui emagrecer alguns quilos, minha pele ficou mais bronzeada por conta dos treinos ao ar livre e passei a me sentir mais à vontade para tirar a roupa e iniciar uma relação sexual , diz Adriana. Antes, eu esperava a iniciativa do meu marido .Corpinho torneado Correr não tira uma gota de feminilidade e sensualidade. Ao contrário, aproveitando os benefícios da corrida, elas podem tornarse mais sensuais , afirma a psicóloga Roberta. Além de melhorar o humor, o ânimo e o apetite em todos os sentidos, o exercício ainda proporciona um corpinho torneado, sem ser muito sarado, o que mantém a característica feminina e atrai o homem .
As mulheres, no entanto, sentem-se mais atraídas quando eles intensificam os exercícios dos músculos do quadríceps e ganham pernas de corredor , deixam o glúteo mais definido e os braços mais fortes, além de dar um fim na barriguinha de chope e nos pneuzinhos .

O homem terá mais força para segurá-la e mais força nas pernas. Isso, para a mulher, representa segurança e virilidade , avalia Roberta.Comida para não secar Existem muitas mulheres que ficam psicologicamente abaladas com as mudanças que acontecem no corpo, principalmente, após um macrociclo de treinos pesados para uma maratona, por exemplo. Algumas pacientes reclamam que emagreceram demais, outras também relatam que o seio murchou ou que o bumbum diminuiu. Tudo isso é falta de alimentação correta , explica o ginecologista Massaguer. A falta de apetite sexual, segundo o médico, tem relação direta com a mudança do corpo. Se o corpo não está legal, ela fica mais envergonhada e a libido diminui .Para isso, o ideal é um bom acompanhamento nutricional para calibrar as quantidades de proteínas e carboidratos, evitando a perda de massa magra, ou seja, os músculos.Pessoas que praticam atividade física regular devem ter uma alimentação balanceada e diferenciada. E, pela natureza do gasto calórico, também precisam de mais proteínas que o recomendado normalmente, explica a nutricionista Patrícia Bertolucci, especializada em medicina do esporte pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Para se libertar Durante a educação, a mulher tende a ser mais reprimida sexualmente. Por mais moderno que o mundo possa parecer, ainda existe um grande tabu em relação à mulher que admite adorar sexo , explica o sexólogo Costa. Uma mulher corredora aprende a se movimentar melhor, a usar o corpo e tem uma possibilidade maior de se liberar sexualmente. Com um corpo mais trabalhado, a mulher terá mais vontade de ser vista e ser notada. Isso tende a despertar desejos e a torná-la mais solta sexualmente , diz o terapeuta. Elas, saradas; eles, saudáveis Entre os homens, diz o sexólogo, a preocupação é maior com o corpo saudável do que com o corpo sarado. A vaidade existe nos dois lados; entre homens e mulheres, eles e elas têm essa preocupação. Mas, em geral, elas priorizam a forma física, e eles, o bem-estar , afirma Costa. Felizmente, uma coisa leva a outra. Um corredor saudável, conseqüentemente, terá um corpo torneado, com músculos evidentes , explica Roberta. Dessa forma, eles passam a curtir um pouco mais o próprio corpo, rompendo aquele lugar comum de que homem não pode ter vaidade nem querer ser belo , ressalta Costa. A qualidade de vida a dois está diretamente ligada ao bem-estar físico. Correndo, o indivíduo se sente bem e, certamente, terá uma relação sexual melhor , explica o psicanalista.

Conteúdo: Revista O2

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Trapalhadas em Pequim - Álbum de Fotos - Olimpíadas Pequim 2008: XXVI Jogos Olímpicos

Vejam as imagens das trapalhadas nas olimpíadas, tem algumas muito engraçadas, vale a pena - fonte uol

Trapalhadas em Pequim - Álbum de Fotos - Olimpíadas Pequim 2008: XXVI Jogos Olímpicos

Ex-olímpicos, Shiro e Carla Moreno vencem etapa USP do 18º Troféu Brasil de Triathlon

Fonte: FMA Notícias

Representantes do triathlon brasileiro nos Jogos Olímpicos de Atenas/2004 e fora de Beijing, por decisões pessoais, os paulistas Paulo Miyasiro e Carla Moreno confirmaram os favoritismos e venceram a 4ª etapa do 18º Troféu Brasil de Triathlon, disputada neste domingo (dia 24), na Cidade Universitária da USP, na capital paulista. A prova reuniu 700 triatletas de 22 estados e também da Argentina, confirmando o fato de ser o principal circuito do Continente na distância.
Eles enfrentaram o contraste da água gelada da raia olímpica, na natação, com o forte calor nas ruas durante o pedal e a corrida. Na disputa masculina, o santista Miyasiro cruzou a linha de chegada em 1h59min52s, após nadar 1,5 km, pedalar 40 km e correr mais 10 km. O catarinense Igor Amorelli, que chegou a assumir a ponta na metade do ciclismo, chegou exatos 30 segundos depois, e o argentino Ezequiel Morales, numa prova de recuperação, garantiu o terceiro posto, com 2h02min20s.
O vencedor disse que fez a estratégia correta, forçando na natação, o seu forte, e deixando para definir na corrida, onde também está bem. Depois de ficar de fora das duas últimas etapas, por lesão, o atleta de 32 anos volta à briga pelo inédito título na carreira, podendo festejar a conquista “em casa”, uma vez que as três etapas decisivas serão em Santos. “Esse final de ano esse é o meu objetivo e quero ir bem nas três provas”, frisou o campeão do Triathlon Internacional de Santos, este ano.
Sobre a Olimpíada, Shiro deixou claro que a sua decisão foi acertada, para poder dar atenção às provas no Brasil. “Fiquei torcendo pelos meus amigos, o Jura (Juraci Moreira), o Reinaldo (Colucci) e a Mari (Mariana Ohata). Eu sei da luta. Só de chegarem lá, eles estão de parabéns”, afirmou, não mostrando arrependimento por não ter disputado a vaga. “Eu fiquei um pouco afastado do Circuito Mundial e foquei em correr um pouco mais no Brasil. Foi opção minha, estou satisfeito. Acabei de casar e tenho outros planos, como um Ironman, talvez”, revelou Shiro, como é conhecido.
Igor Amorelli, de Balneário Camboriú, vibrou muito com o seu melhor resultado até hoje no Troféu Brasil. O atleta pedalou muito forte e na metade do trajeto assumiu a ponta. “Hoje gostei muito. Consegui aguentar com o Shiro. Estou muito feliz. Sou fã do Shiro e só de competir com ele, já é para comemorar”, comentou o triatleta de 24 anos, que começou a competir em 2005 e se tornou profissional em 2007
Morales também festejou a colocação. Ele saiu da natação no bloco de trás e ultrapassou mais de cinco rivais para terminar em terceiro. “Faltou um pouquinho mais de força no pedal para ficar mais perto do Igor e do Shiro, para ter mais possibilidade de brigar pela primeira posição. A corrida é sempre o meu forte, tenho confiança e entreguei a bike para buscar o terceiro lugar e consegui”, contou o competidor de 35 anos.
REVELAÇÃO - Ainda entre os homens, o santista Fred Monteiro ficou na quarta posição, à frente do curitibano Geovani Muchinski, a grande revelação da prova. Ex-ciclista e triatleta há apenas um ano, ele mostrou ter um pedal muito forte e entregou a bike em terceiro lugar. Aos 28 anos de idade, Geovani ainda é novato na modalidade. “Antes, eu só pedalava. Como eu já sabia nadar um pouquinho decidi encarar o triathlon no ano passado e fiz as duas últimas etapas no amador”, lembrou o atleta, que se sagrou campeão geral amador na prova final.
Nesta temporada, incentivado por amigos, decidiu logo encarar a categoria profissional. Na estréia, na etapa de abertura, em Santos, ficou com a 14ª posição. “É difícil conciliar treinos com o trabalho e falta de apoio, mas fiquei muito satisfeito com a minha colocação. Fui muito mal na natação, saí uns quatro minutos atrás e fui buscar no pedal. Agora é lutar para melhorar”, destacou.
Hexacampeã não teve rivais
Entre as mulheres, Carla, que desde 2004 mora em Santos, manteve a invencibilidade na USP, dando mais um passo rumo a heptacampeonato. Em momento algum, ela teve a liderança ameaçada, completando a prova em 2h14min30s. Foi cinco minutos e sete segundos superior à campineira Vanessa Gianinni. A santista Fernanda Garcia foi a terceira colocada, com 2h22min18s.
“Fiz tudo o que eu poderia fazer. Eu venho para o que estou programada a fazer. Cada prova tem um objetivo diferente”, afirmou a atleta, revelando que desta vez, a tática foi treinar o início forte na natação e os cinco km decisivos na corrida. “Também aproveitei para testar novos produtos. Testei na prova a bermuda de compressão, que vem me ajudando bastante na recuperação muscular nos treinos”, acrescentou a atleta de 32 anos.
“A Flets, meu novo patrocinador, em parceria com a Santaconstancia, que está investindo no triathlon, desenvolveu esse produto e senti uma melhora. Quem ainda na ponta não é quem treina mais, é quem se recupera melhor a cada treino”, complementou.
Assim como Shiro, ela também optou por não disputar a vaga para Beijing e afirmou não estar arrependida. “Sei o que estou fazendo. Minha equipe de trabalho sabe o que preciso. Não faltará oportunidade para voltar ao Circuito Mundial. Estou sendo preparada para as próximas temporadas. Esse ano o objetivo é treinar, construir uma boa base para dar bastante paulada”, argumentou.
Sobre a possibilidade do hepta, Carla não quis contar vantagem. “Ainda tem mais três etapas, todas na minha Cidade, e estarei na briga até o final. Se eu vou ganhar, não sei. Só Deus sabe”, falou. Já Vanessa, vencedora da etapa anterior, em Goiânia, esperava uma atuação melhor. “Não larguei bem na natação, mas em geral foi bem. Queria ter ido um pouco melhor. A briga pelo título ainda está aberta e a Carla é a favorita e sempre será a triatleta que todas profissionais perseguirão. É um exemplo que todas querem seguir”, anunciou a triatleta de 26 anos.
Fernanda Garcia, vice-campeã do circuito em 2007, ficou satisfeita com o desempenho. “Eu estava confiante com a minha corrida, peguei logo no começo a terceira colocada e daí foi só manter, porque a Gianinni já era mais complicado. A minha idéia é ficar entre as três. A primeira e segunda já eram esperadas. Elas estão mais fortes mesmo este ano”, conformou-se Fernanda, de 25 anos.
Tuanny Viegas, de São Carlos, uma das promessas da categoria, chegou em quarto lugar, e a experiente argentina Maria Soledad Omar (mulher de Ezequiel), de 35 anos, completou o pódio feminino.
Em sua 18ª edição consecutiva, o Troféu Brasil de Triathlon terá mais três etapas neste ano, todas em Santos, cidade considerada a capital da modalidade e onde o circuito “nasceu”. A próxima prova será no dia 21 de setembro. Os resultados completos da etapa da USP estão disponíveis no site oficial www.trofeubrasil.com.
O 18º Troféu Brasil de Triathlon tem o patrocínio de Fit e co-patrocínios de Gatorade, Speedo e Santaconstancia. Apoios de PowerBar, Porto Seguro, Prefeitura Municipal de São Paulo, Ativo.com, Treino Online. Colaboração: CEP/USP, Polícia Militar, PCO e CET/SP. Organização e realização: NA Sports.

domingo, 24 de agosto de 2008

MANTENHA O MOTOR FUNCIONANDO!

BODY & CIA - Assessoria Esportiva

Fonte: Gatorade Sports Science Institute (GSSI)


Uma refeição antes do exercício tem dois objetivos: a) fazer com que os atletas não se sintam famintos e nem lentos antes e durante o jogo; b) ajudar a manter níveis ótimos de energia (glicemia) para os músculos envolvidos no exercício durante o treinamento e a competição.

Alimentar-se antes do exercício pode ser um desafio para os atletas. Apesar de necessitarem de combustível para seu desempenho, não deveriam fazer exercícios com o estômago totalmente cheio. O alimento remanescente no estômago durante o treino ou a competição podem causar indigestão, náuseas e até vômitos. Uma boa recomendação é fazer uma refeição 2 a 4 horas antes do exercício. Se um atleta está nervoso com o desempenho dele, a digestão pode ser ainda mais lenta.

A refeição ideal antes do exercício deveria ser composta basicamente por carboidrados, ser moderada em proteínas e pobre em lipídeos. Os carboidratos são digeridos rapidamente, enquanto a digestão de proteínas e de lipídeos é mais lenta. As refeições ricas em lipídeos oferecidas antes do exercício (como muitas oferecidas em escolas e em redes de restaurantes fast-food) podem causar desconforto gástrico, flatulência e distensão gástrica.

Hidratação durante o exercício
A importância da nutrição não pára com a refeição antes do exercício. Durante o treino ou a competição, lembre os atletas de que é importante ingerir bebidas esportivas para evitar a desidratação e para fornecer energia para os músculos que estão sendo acionados.

A refeição após o exercício físico
Alimentar-se para obter o melhor desempenho também inclui fazer uma escolha inteligente dos alimentos a serem ingeridos após o exercício físico. A refeição adequada pós-exercício reabastece os músculos do atleta para o próximo evento ou competição. Na verdade, os músculos se recuperam mais facilmente durante os primeiros 30 minutos após uma competição. Os atletas deveriam seguir as seguintes dicas:

Para recuperar totalmente a energia muscular, coma nos primeiros 30 minutos após o exercício e faça outras refeições pequenas depois de 2 e 4 horas.

Se você não conseguir ingerir alimentos sólidos nos primeiros 30 minutos após o exercício ou se não houver alimentos disponíveis, procure beber 2 a 4 copos de uma bebida esportiva ou comer uma barra energética. Coma alimentos sólidos apenas 2 a 4 horas mais tarde.

Hidrate-se após o exercício ou jogo. Pese-se e beba 3 copos de líquidos para cada 0,5 kg perdido durante a competição. Escolha alimentos ricos em carboidratos e moderados em proteína, como os exemplos abaixo citados.

Acostume-se: Saiba O QUE comer e QUANDO comer
Mantenha alguns lanches na mochila ou no armário do vestiário para evitar fazer exercícios sem ingerir nada. Os alimentos ricos em carboidratos e em energia são recomendados para os períodos pré e pós-evento ou competição:

- 4 horas ou mais antes e 4 horas após o exercício:
Frango grelhado/arroz/frutas
Sanduíche de peru/cenouras cruas
Espaguete com molho à bolonhesa
Queijo mussarela/uvas/bolachas crackers
Barra energética/bebidas esportivas

- 2-3 horas antes e 2 horas depois do exercício:
Cereais/leite com baixo teor de gordura
Frutas frescas
Bebidas esportivas
Barra energética

- 1 hora ou menos antes e 30 minutos depois do exercício:
Barra energética
Bebidas esportivas

Uma ótima semana de treinos!

Abraços Prof. Claudio Bolanho

Diretor Geral

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